Bom, antes que alguém fale alguma merda, essa é uma história verídica sim.
Desde pequeno eu sempre fui discreto em relação às minhas relações para com as femininas. Mas não discreto daqueles que não sai se gabando e sim do fato que eu simplesmente ESCONDIA todo tipo de relação do gênero.
Eu nunca trouxe namorada minha em casa (o fato de eu nunca ter tido uma namorada por mais de 1 mês contribui para isso). E, enquanto meus primos faziam questão de falar que pegaram uma pobre com QI de uma ameba, eu ficava… calado.
Nessa época aí eu estudava em um colégio particular. E como em todo colégio particular que se preze, as pessoas geralmente moram naqueles condomínios chiques e talz. Mas eu não. E eu não ia trazer as meninas que eu ficava para vir ver meu cafofo na periferia. Sério, é vergonha você tirar uma mulher do condomínio fechado que ela mora, fazer ela atravessar a cidade inteira DE ÔNIBUS para ver que você é uma falha como ser humano.
Avançamos alguns anos e chegamos na época que eu já tinha meus 19 anos e minha irmã tinha acabado de fazer 17. Ela traz o namorado dela (um assalariado que recebia salário mínimo e ia para o trabalho de bicicleta) e o apresenta para minha mãe e meu pai. Até então, eu tava de boa.
Mas esse pequeno fato fez meu pai começar a achar que eu não gostava das femininas. Ele veio cobrar e talz, achando que eu não estava cumprindo os deveres de homem para com a natureza. Daí ele teve a boa idéia de querer me inserir no mundo da putaria pagando uma senhorita de baixo nível para “dar um jeito” em mim. Sim, meu pai achava que eu era gay.
Aí, no dia de natal, ele me aparece aqui com a pobre. Ela não devia nada para boa parte das figuras que aparecem no Blog da PGA. Sério caras, nunca tinha visto mulher tão feia e gorda. Para não pagar de mal educado, aproveitei que ela era do interior e nunca tinha ido num Shopping (sente a dor) e a levei ao Flamboyant.
Enrolei ela até umas 15h e a larguei na casa dos parentes dela. De noite, meu pai faz o favor de ir lá, buscar ela e largar aqui na porta de casa para que pudéssemos copular. Cara, eu realmente não queria. Mas meu pai como bom pobre que ele é, resolveu que eu tinha que fazer sexo e aí segue a história.
Conversamos um pouco e apaguei a luz. Tiro a roupa dela e vejo aquelas pelancas desgraçadas que toda gorda tem. Até aí, tudo bem. Começamos a fornicar e aí que reparo no primeiro problema . Eu pesava uns 55 KG. Ela, uns 70. Imaginem os senhores uma mulher dessas pulando em cima de mim. Mesmo assim, fui valente e aguentei por 3 horas SEM PARAR. E só não foi mais porque eu simplesmente estava sem tesão nenhum e ela resolveu desistir da idéia de me dar um orgasmo.
Nessa horas amigos eu já estava comemorando. Só que ela resolve que queria dormir usando meu braço como travesseiro. Tranquilo. Dormimos.
No outro dia cedo, acordo e tomo um banho e deixo a pobre dormindo na minha cama. Visto a roupa e espero ela acordar para poder levá-la para a casa dos parentes dela de novo. Daí ela me acorda meio dia e resolve fazer almoço. Conversamos uma meia hora e aí levo ela na casa dos parentes dela. Nunca mais fiz questão de procurar saber da mulher.
Pior nem é isso. Depois disso meu pai organizou um churrasco onde só deu meus tios e primos e soltou o verbo sobre a merda para quem quisesse ouvir. Sim, como um bom pobre. Legal mesmo foi que com isso todos meus primos começaram a me chamar para ir nesses puteiros baratos que só dá as primas do naipe da que eu peguei.
O bom é que pelo menos o meu pai não se preocupa mais. Ainda bem, pois eu preferiria esfolar meu pinto com um ralador de queijo cego do que fazer sexo com uma desgraça dessas novamente.
Para quem se pergunta os motivos do meu individualismo
Bom, algumas pessoas que me conhecem já devem ter percebido o quão individualista eu sou. Não sei ao certo quando comecei a agir dessa forma, mas me lembro de fazer isso desde o ensino médio (15-17 anos).
Nessa época eu tinha começado a perceber que o povo do colégio meio que me evitava. E que por forças malignas eu sempre acabava por fazer os malditos trabalhos em grupo com pessoas que se pareciam com essas aqui (apesar de ser um dos melhores colégios particulares de Goiânia):
Como os senhores podem imaginar, tais pessoas não se interessavam em porra nenhuma na vida além de escutar CL Aparecida, fumar maconha e mandar nos muros para fazer graça para os outros. Uma cambada de filhinho de papai metido a trombadinha se você me perguntar.
Enfim, o problema é que no final das contas eu acabava fazendo as porras dos trabalhos sozinho. E isso foi indo até a faculdade, onde eu já estava puto com essa merda toda e quando os professores falavam “Trabalho em grupo” eu já soltava o verbo e falava que ia fazer sozinho.
Até que no segundo período, meu professor de Arquitetura de Computadores não conseguiu achar mais temas para os trabalhos de fim de semestre. E como eu só ia para a porra da faculdade pra dormir, eu estava ferrado suficientemente para rodar na matéria caso tirasse menos de 8 nesse trabalho. E sim, ele era em grupo.
Até aí tudo bem. Eu deixei os putos se preocuparem primeiro. Até que faltando 2 semanas pra entregar o trabalho, alguém chega em mim e fala:
“CARA, POSSO RODAR ESSE SEMESTRE NÃO, BORA FAZER ESSE TRABALHO VELHO.”
Sure, vamos. Organizei temas para cada um pesquisar nas internetz e me entregar para montar a apresentação e exibi-la no dia da entrega. Chega dia marcado e nada dos caras. Faltando 5 fucking dias, eu com toda a minha paciência de monge budista após alcançar o nirvana resolvo fazer o trabalho sozinho. Procuro e acho algumas coisas em inglês (na época eu sabia MUITO menos do que hoje) e RUSSO, que acabei usando Google Translator para ajudar a traduzir.
O trabalho deu umas 15 páginas e a apresentação uns 30 slides. Dividi entre os pretos para eles estudarem e apresentarem a porra ao menos um pouco decentemente no dia. E no dia, um deles chega BÊBADO. Ao menos cada um leu umas 2 páginas do texto, é claro.
Eu, calmo como uma manada de búfalos estourada pedi para apresentar o trabalho sozinho. E o professor concordou, pois ele viu que meu grupo não tinha condição nenhuma de fazer nada. E pelos próximos 30 minutos, eu expliquei em detalhes toda a arquitetura do Athlon 64 (que na época era CPUzão). Obviamente eu passei no semestre.
Depois, lembro de demonstrar bastante isso no loli-ai. Se eu deixasse por conta do Demitron + NeverSleep, lançariamos um .avi com legenda srt sem estilos nem nada. Eles não prezavam pela “qualidade da legenda” (coisa que aprendi a fazer com o tempo, provando que eles estavam certos desde o começo), mas eu sim. E queria que os releases do meu grupo fossem tão awesome quanto os gringos.
Em um primeiro momento, assumo: falhei miseravelmente. Mas os últimos releases que fiz estavam tão badass que eu duvido que chegarei a ver algo no nível vindo de um fansub nacional. O segredo da qualidade? Ter perdido quase 10 horas sozinho em cada episódio melhorando detalhes ínfimos, que no final das contas quem percebia seria… eu.
Até que terça agora, vejo a mesma história de novo. O professor do CCNA resolve passar um trabalho em grupo. Coisa ridiculamente simples, era fazer um resumo suscinto dos primeiros 3 capítulos do material de estudo e preparar uma apresentação de slides (nota: eu ODEIO essas porras) para mostrar pro resto da turma.
Aí, vou ver o cara ele tá olhando para a seguinte tela:
Massa. Só que o cara não queria abrir os fucking slides para ler a porra do conteúdo e fazer algo que preste na desgraça do trabalho. Ele estava tentando inferir o maldito conteúdo apenas pelo FUCKING ÍNDICE.
Obviamente vocês sabem quem vai fazer esse trabaho.